|
|
|
...Andanças, muitas andanças. Algumas acompanhado, outras não. ...Porém, todas com alegria de um dia ter estado junto de pessoas ...especias. Como cada um de "vocês". Obrigado a todos. Por cada letra/verso&prosa. a "todos". Raphael Schezar.
Ps.: Sim foi uma boa surpresa.
|
|
Comments: 3 Ecos - Deixe suas letras...
|
|
Wednesday, March 24th, 2004
|
|
Monday, December 15th, 2003
|
|
Wednesday, October 29th, 2003
|
|
Saturday, October 25th, 2003
|
|
|
...e novamente, algumas certezas que tinha encerradas no lado esquerdo continuam a cair... ...e mesmo lamentando profundamente, lamento este que muitas vezes manifesto como fúria... ...outras vezes num silêncio quase total, sinto que estou me afastando cada vez mais. posso caminhar vagarosamente... mas chegará um momento que mesmo caminhando devagar, hei de chegar num ponto onde nunca mais ...a vista será como foi um dia.

********e mais uma vez simplesmente partirei em silêncio, até a próxima volta.......
|
|
Comments: 2 Ecos - Deixe suas letras...
|
|
Friday, October 24th, 2003
|
|
Thursday, October 23rd, 2003
|
|
Sunday, October 19th, 2003
|
|
Monday, September 29th, 2003
|
|
Saturday, September 27th, 2003
|
|
|
Que silencie o vento... que se cale a oitava senha ........ a primavera chegou... no sorriso de uma esperança que canta Damisela de meus íntimos momentos..... mais... que silencie. outrora Juliana minha só minha, pressa entre minhas folhas de devaneios meus... juliana... que silencie também o louco devaneio. que silencie..... o sopro... o gesto... a sombra... as ilhas... as conchas... as marcas... silêncio. .............os pontos pois não escrevo pra mim mas redijo pra você gentil prece dormindo ninando sem pontos ou entre lágrimas aqui está ela Linda Luana Chandra de minhas noites confessas sou culpado inocente não importa lá está minha Linda Luana Chandra sem ordem alguma ou disposto entre pontos feitos ou desfeitos
espaços e desencontros às vezes quase incondicional que silencie... enquanto a chuva aqui dentro grita o quanto és importante pra mim...
minha gentil prece Amém 
Dani... Mais que ontem e menos que amanhã...
Sem nomes ou versos apenas El
|
|
Comments: 7 Ecos - Deixe suas letras...
|
|
Friday, September 26th, 2003
|
|
|
Quanto a mim... O amor passou. Eu só lhe peço que não faça como a gente vulgar, e não me volte a cara quando passe por si. Nem tenha de mim uma recordação em que entre o rancor. Fiquemos um perante o outro, Como dois conhecidos desde a infância, que se amaram um pouco quando meninos, e, embora na vida adulta sigam outras afeições, conservou num escaninho da alma, a memória do seu amor antigo e inútil. Fernando Pessoa
|
|
Comments: 2 Ecos - Deixe suas letras...
|
|
|
Entre o sonho e a lucidez, as incertezas... Entre o delírio e o dever, as tempestades...

Raphael S.
|
|
Comments: 4 Ecos - Deixe suas letras...
|
|
|
De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Vdaerde!
|
|
Comments: 2 Ecos - Deixe suas letras...
|
|
Thursday, September 25th, 2003
|
|
|

Uma mudança está Próxima... Resolva isso. ...tudo está envolvido. Os escudos As espadas/e espinhos Serão... Até quando? Escudos e Espadas. Não sejamos inteligentestúpidos Sentados... observando Suas próprias verdades crescendo... José? Antônia? Qual é seu nome? Como te chamam? ...o que você seria sem um nome? O que houve? _Não houve nada. Nada? Por que me acordou? Um pouco de música antes de iniciarmos? Todos tentam se dar bem. As pessoas sentem_se sós E, de repente, todo o inferno parece estar solto. Você faz seu trabalho e tudo... “tudo” volta àquele àquele marasmo marasmo marasmo... A tripulação é boa. Quer me dizer o que faz aqui? Gosto do espaço. E silencioso. Para ficar feliz? ............................................................................................................................................ Não só o que provoca, A fuga,... Mas o que ele faz com quem usa. Não gosto do que faz aos outros. Não gosta do quê? Do que o seu inferno faz com os outros. Qual é mesmo o seu nome? _Não tenho nome me chamo eu.
Raphael Schezar, S.s.
|
|
Comments: Deixe suas letras...
|
|
Wednesday, September 24th, 2003
|
|
|

Vou fazer o que você quiser. Minhas costas ardem... Devem ser as malditas asas desmanchando. Meu camarada! Vou entender o que você Enxergar. Meu companheiro... Abaixe o vidro comece por aí. Abra a janela... Ouça o cheiro, cheire, sinta o gosto. _Certo. Precisa aprender, Senão morre. Eles armam de tudo... Fazem de tudo nas suas... costa... Devem ser as malditas asas caindo. Acha que sou louco, não é? _Não sei o que pensar. Não pense. Use o que você chama cérebro. Não pense. Use o que chamam .............................. O que fizer agora é o que faz diferença.
Raphael Schezar
|
|
Comments: Deixe suas letras...
|
|
Friday, September 19th, 2003
|
|
Monday, September 15th, 2003
|
|
Friday, September 12th, 2003
|
|
|
MINERAÇÕES:
Há que se afinar o corpo até o último sempre. Exercer-se como instrumento capaz de receber a poesia do mundo. Poesia suspensa em rotação e translação. Movimentos moderados alinhavando dias e luares, estações e colheitas, minutos e milênios, provisoriamente.
(...)
Há que se chorar com lágrimas invisíveis como choram os peixes. Nutrir-se de limo e lodo umedecidos pelo próprio pranto. Nadar em mágoas, repousar sob a sombra da lua – cerca-se dessa fascinante farsa do céu se mirando em espelho de água e noite. Depois dormir, fechado sobre si, como concha, sonhando pérolas. Há que se aprender do rio o ritmo. Ao buscar o sal, seu curso não desfaz paisagem, mas se refaz em paisagem. Percorrendo o exato limite das montanhas e planícies, o rio cumpre a rota original esculpida pelo tempo pacientemente. Há que se existir sem sede como a chuva. Crina e cauda de nuvem em relâmpago e galope, destilando macios espinhos de cristais. Chicote acariciando pétalas, pontuando flores na superfície dos mares. Desprender-se pautando nada. Enxaguar cansaços e entremear-se, sem incômodo, nos poros da terra. Regar raízes e outros mistérios sigilosos do nascimento, silenciosamente. Há que se ser frágil o suficiente e reconhecer-se inábil para inferir emendas na lei que equilibra as águas. Inábil para decretar outros ministérios ao destino das constelações. Inábil para escolher as cores dos crepúsculos. Há que se vicejar como fazem as florestas. Unir-se em copos para aniversariar com sombra o esforço das raízes suportando tronco, galho, fruto e flor, que tudo abraçam desinteressadamente, como as árvores há que se receber a gota do orvalho sem se molhar, preservando o estrato da noite.
(...)
Há que se escrever a vida em flauta e vôo como cantam os pássaros. Buscar na memória a lembrança e a direção. Ocultar os rastros percorridos para perde-se no encontro e ninho. Decifrar o alfabeto rabiscado nas linhas do vento, gravado no fruto maduro, embaraçado na pena trocada. Como os pássaros, há que se escrever enquanto é dia e para todos. Há eu se ter a discrição dos minérios entretidos com os tons do ar, da água, do fogo – e tão somente – sem desconfiar fortunas. Ser na terra o útero e o filho, sem sinais de medo, nascimento, morte. E como os minérios ignorar o até quando. Há que se ter paciência dos caramujos visitando veredas e várzeas sem se ferir. Vagar sem pressa, polindo com prata e alma o percurso. Sem se desviar do acaso, vestido de espiral e compasso, passear desejos em fio e luz, serenamente. Estar assim, sem perdas e heranças. Ser sem volta...(...) Há que se somar à natureza até o ultimo sempre. "Bartolomeu Campos Queirós".
Raphael Schezar...
|
|
Comments: 3 Ecos - Deixe suas letras...
|
|
Thursday, September 11th, 2003
|
|
|
“ Dom Rigoberto entrou no banheiro, trancou a porta e suspirou. Instantaneamente apoderou-se dele uma sensação agradável e gratificante, de alívio e expectativa: nesta solitária meia hora seria feliz. Era-o cada noite, algumas vezes mais, outras menos, mas o rigoroso ritual que tinha ido aperfeiçoando ao longo dos anos (...) nunca deixava de operar seu milagre (...) Cada vez saía do banheiro com a sensação de que, apesar de tudo, a vida valia a pena ser vivida.”
Elogio à Madrata, Mario Vargas Liosa
|
|
Comments: Deixe suas letras...
|
|
|